sexta-feira, 25 de julho de 2014

Dicas para arrumar emprego. Sugestões para currículos, como enfrentar entrevistas e dinâmicas de grupos.

Enquanto você estiver desempregado, procure aproveitar bem o tempo para se preparar para um processo seletivo. Busque fazer cursos de reciclagem, redação, idiomas (inglês e espanhol, principalmente), informática e outros ligados a sua área. A empresa que faz uma seleção valoriza o candidato que utilizou o tempo livre para melhorar o lado profissional;
- Mantenha-se informado sobre tudo que acontece no Brasil e no mundo. Conhecimentos gerais e atualidades costumam ser exigidos em processos seletivos;
- Mesmo desempregado, procure manter contato com pessoas e colegas de trabalho de sua área. Sempre existem indicações de vagas;
- O currículo é muito importante e uma das etapas iniciais do processo seletivo. Busque valorizar suas qualidades e capacidades. Destaque suas experiências, enfocando os aspectos profissionais relacionados ao cargo que vai disputar. Cuidado para não fazer um currículo extenso. No máximo duas folhas;
- Ao ser chamado para uma entrevista, procure, antes de tudo, conhecer a empresa. Acesse o site dela na internet e descubra sua filosofia de trabalho, entenda em que área atua e busque o máximo de informações possíveis sobre ela. Caso o entrevistador pergunte sobre seu conhecimento a respeito da empresa, você estará preparado para uma boa resposta;
- Lembre-se: nunca chegue atrasado! Este comportamento demonstra irresponsabilidade e falta de pontualidade;
- Vista-se adequadamente para a entrevista, porém sem exageros. Apresente-se com roupas bem passadas, cabelo cortado ou bem penteado. Para os homens, fazer a barba é fundamental;
- Mantenha a calma e tranqüilidade durante a entrevista. Responda de forma clara e objetiva o que for perguntado, sem omitir ou mentir. Profissionais da área de recursos humanos, geralmente possuem formação em psicologia, e percebem uma mentira ou informações contraditórias;
- Na entrevista, não reclame ou fale mal de empresas ou chefes anteriores;
- Se tiver a oportunidade, destaque o que você agregaria de valor para a empresa;
- Uma questão polêmica diz respeito à pretensão salarial. Colocar ou não? Se a empresa pergunta é porque ela quer saber naquele momento. Uma boa alternativa é colocar um valor aproximado. Exemplos: aproximadamente R$ 1.200,00 ou entre R$ 1.000,00 e R$ 1.500,00. Desta forma, são menores as chances de você sair dos valores que a empresa pretende pagar;
- Algumas empresas utilizam dinâmicas de grupo durante o processo seletivo. Neste caso, seja educado e cordial com os concorrentes e busque tomar atitudes positivas e que valorizem o trabalho em equipe. A criatividade também é muito valorizada nestas dinâmicas. 

Boa aplicação

  

Fonte: http://www.suapesquisa.com/educacaoesportes/arrumar_emprego.htm

quarta-feira, 16 de julho de 2014

5 erros que põem todo o sucesso a perder no novo emprego Especialista cita os passos mal dados mais frequentes dos profissionais recém-chegados e que podem comprometer a sua permanência no novo cargo

São Paulo – A alegria de ouvir o esperado “está contratado” é sempre substituída pelo frio na barriga de quem está prestes a começar uma nova etapa na trilha profissional.

Os primeiros dias são os mais difíceis no novo emprego, mas o período desafiador para os novatos no ambiente leva alguns meses.
“Entre três e seis meses é tempo que o executivo leva para começar a entender a empresa e perceber se ele se encaixa”, diz Beatriz Pacheco, sócia-fundadora da Plongé.
De acordo com ela, mais do pura e simplesmente adaptação, a palavra de ordem deve ser integração. No entanto, nem todos os profissionais seguem esta “cartilha” e alguns passos mal dados podem comprometer o sucesso da nova empreitada de carreira e a permanência do executivo no cargo que nem bem assumiu.
De acordo com Beatriz, são 5 os erros mais frequentes e que respondem por grande parte dos fracassos de executivos em novos desafios corporativos:
1. Chegar emitindo opiniões
Alguns profissionais deixam de lado a observação e preferem já dar suas opiniões sobre o que é preciso fazer, impondo seu estilo assim que chegam. “É um erro comum”, diz Beatriz.
É claro que a experiência passada do novo profissional é bem vinda e uma referência necessária. “Mas não significa que o que deu certo antes, vai dar certo naquela empresa”, diz Beatriz.
A recomendação da especialista para quem acaba de estrear no emprego é ouvir mais e dizer menos. “Para ele entender a empresa e o seu contexto”, diz.

2. Foco apenas em um dos desafios

Geralmente logo na entrevista de emprego, um desafio é lançado ao profissional recém-contratado. Pode ser uma reestruturação de uma área, um novo projeto ou a criação de um departamento, por exemplo.
No entanto, isso não significa que esta seja sua única tarefa. É apenas uma das entregas esperadas e o erro de alguns é tomá-la como única.
“O risco é ser dragado por uma tarefa e perder a noção dos outros desafios”, explica Beatriz. Ela lembra que o profissional deve gerenciar seus próprios resultados e monitorar atividades concluídas em curto, médio e longo prazo.
3. Fazer muitas promessas
Ansiosos por ganhar o respeito e a consideração dos chefes, da equipe e dos pares, há quem aposte em promessas.
Garantem que entregarão resultados e geram expectativas. “E se esquecem de que não conseguem fazer nada sozinhos, que dependem dos outros para entregar o que prometem”, diz a sócia da Plongé.
Em meio a tantas promessas, a credibilidade do profissional pode sair arranhada, caso ele não consiga atingir todos os objetivos a que se propôs e anunciou a todos.
4. Não criar vínculos
Na linha da regra máxima para qualquer novato, a integração, um equívoco comum é pular uma etapa importante: a criação de vínculos com pessoas da empresa.
Todo profissional recém-chegado, seja em que nível estiver, deve construir alianças na nova empresa. Do contrário, ele pode ficar isolado, o que pode comprometer resultados e o clima de trabalho.
Mapear em que departamentos é importante ter o apoio dos pares e onde estão as possíveis resistências é a estratégia recomendada por Beatriz.
5. Trocar toda a equipe ao chegar
São frequentes os casos de profissionais que só trabalham com suas próprias equipes. “Isso nem sempre é saudável”, diz Beatriz.
Resultado: executivos assumem as cadeiras já rodeados de demissões para dar espaço aos “seus” profissionais de confiança.
Para Beatriz, ao não dar chance para as pessoas de fora do seu “séquito”, o profissional deixa de conquistar novos aliados e pode perder oportunidades de negócio importantes.

Fonte:http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/5-erros-que-poem-todo-o-sucesso-a-perder-no-novo-emprego

domingo, 13 de julho de 2014

Afinal, o que é oratória? Característica importante para pessoas que procuram o sucesso, a boa oratória é comum nos grandes líderes

A oratória pode ser definida como a arte de falar em público de forma clara, objetiva, estruturada e deliberada. A intenção de quem faz uso da oratória é informar, entreter e até influenciar os seus ouvintes – arte muito utilizada por políticos, por exemplo. Apesar de ser muito conhecida e utilizada por líderes mundiais, esse recurso é de grande valia para todos, pois sua utilização está presente desde cedo na escola, universidade e vida profissional.
Não é fácil definir de forma exata o momento o qual surgiu a oratória. Os historiadores dizem que ela nasceu na Sicília (Itália) apesar de os Gregos terem sido os grandes responsáveis a transformá-la em um instrumento de prestígio e poder político. A palavra “Oratória” provém do vocábulo latim oratorĭa, que diz respeito à arte de falar com eloquência. O objetivo da oratória é persuadir, e essa é a maior diferença dela para a didática: a primeira persuade enquanto a segunda procura ensinar e transmitir conhecimentos.
Segundo Michel Soares, especialista em oratória, a arte de falar em público pode melhorar em 100% o seu desempenho profissional. Ele explica. “Quem sabe se expressar verbaliza melhor seus pensamentos em qualquer situação, e, com isso, torna-se uma pessoa mais segura, que aparece mais e tem mais certeza daquilo que fala – passando maior confiança para aqueles que lhe escutam. A pessoa com a oratória desenvolvida passa a pensar mais rápido, com mais segurança e fluidez".
O bom orador é aquele que consegue prender a atenção do público com clareza em suas informações, e, para conquistar essa característica, atividades como a leitura frequente e um bom vocabulário são extremamente importantes. Para aqueles que desejam passar a sensação de segurança, o ideal é olhar diretamente para o público. “Mas para isso existem ‘truques’ também: se o nervosismo não permite que isso seja feito, olhe fixamente para os pontos da esquerda, da direita e do meio da plateia, de preferência sobre a cabeça da ultima pessoa de cada ponto”, diz Soares.
Segundo o especialista, o uso da oratória pode ser feito para causar bem estar nas pessoas, “pois um bom orador é capaz de provocar sensações de satisfação, crença e alegria, atitude comum de grandes líderes e pastores de igreja”, ressalta. Além disso, a oratória atual foi desenvolvida com o passar dos anos e hoje é utilizada nas mais diversas áreas, desde a já citada política, até o âmbito comercial (para o vendedor promover a sua venda) e judicial (o advogado que apresenta suas alegações).

Fonte: http://www.administradores.com.br/carreira/

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Como evitar que a ansiedade prejudique uma entrevista de emprego?

Aprenda a usá-la a seu favor com as dicas abaixo:


Ela é responsável por manter as pessoas em estado de alerta e preparadas para situações importantes ou adversas, o que é bastante positivo. Porém, em doses acima do normal, a ansiedade pode adquirir o efeito inverso, vulnerabilizando o indivíduo e tornando-o incapaz de gerir suas ações, o que pode ser desastroso durante um processo seletivo. 

Após um período de buscas, surge uma boa oportunidade de emprego. É normal que o candidato fique ansioso para a entrevista. Afinal, ele terá que passar ao recrutador todo o seu conteúdo profissional, como experiência e competências acumuladas ao longo de toda vida em apenas poucos minutos. Como evitar que a ansiedade ultrapasse o limite considerado normal no momento de uma entrevista de trabalho?

Sônia Norões, gerente de recrutamento e seleção da Personal Service, ensina que o autoconhecimento é uma peça importante. “Quem se conhece bem é capaz de compreender suas limitações ou pontos que precisam ser melhorados. Isso facilita a entrevista de emprego, já que revela transparência”, diz.

Outro ponto que a especialista levanta é que pessoas bem preparadas ficam menos nervosas quando entrevistadas. Faça uma pesquisa antes de encarar o recrutador. O candidato que vai para a entrevista conhecendo bem a empresa e o cargo que almeja, tem menos chances de se perder em seus argumentos.

“A entrevista de emprego é um momento particularmente estressante. O candidato deve manter a autoestima elevada e tentar se manter calmo”, completa. Sônia dá algumas dicas para quem já está com uma entrevista agendada:

1. O fato de ter sido convidado para a entrevista já revela que você passou pela primeira fase, a avaliação de currículos. Portanto, seja confiante!

2.Tente levar a entrevista de uma maneira leve, mas sem deixar de lado a formalidade que a ocasião exige. 

3. Fale de forma clara e objetiva. 

4. Avise sempre quando não entender alguma pergunta, seja positivo em suas declarações e, em hipótese alguma, minta para o seu entrevistador.



terça-feira, 15 de outubro de 2013

5 dicas para obter sucesso na entrevista por videoconferência

Os processos seletivos organizacionais e a tecnologia caminham cada vez mais juntos. Um claro exemplo do sucesso desta convergência são as entrevistas por videoconferência, uma tendência nos departamentos de RH das empresas e nas consultorias.

De acordo com uma pesquisa da Robert Half, empresa de recrutamento especializado, a utilização desse método aumentou 52% no Brasil nos últimos três anos. Os meios mais utilizados para este fim são o Skype, o Hangout e o Facebook.
Os principais pontos positivos na interação por videoconferência são a redução de custos frequentes destinados a transporte e hospedagem, a economia de tempo, e a maior integração entre os participantes proporcionada pela possibilidade de acompanhar a transmissão por meio de vários dispositivos móveis, como smartphones, notebooks e tablets.
“Estamos fazendo hoje um processo seletivo para um cargo financeiro onde temos que entregar 3 candidatos para a empresa. Já entrevistamos mais de 80 candidatos por vídeo para esta oportunidade, algo inimaginável se fosse no modo presencial”, explica a consultora de executivos da Luandre, Rosilene Zuza.

Dicas para o candidato

A entrevista em vídeo pode servir como forma de deixar o candidato mais descontraído e relaxado pelo fato do mesmo estar geralmente em casa. Porém, até por esse motivo, é importante estar atento para alguns pontos importantes:

1-Faça testes previamente

É importante verificar antes da entrevista se a câmera está funcionando corretamente, se a internet está com boa conexão, e se o programa que vai utilizar para a videoconferência roda perfeitamente no computador.

2-Cuidado com o login de acesso

Jamais use um nome de usuário relacionado a algum apelido ou tema polêmico. Caso não possua algo mais formal, crie um novo login com uma nomenclatura neutra e profissional.

3-Componha um ambiente agradável

O local no qual você está sendo entrevistado pode influenciar e dizer muito sobre você. Busque falar com o recrutador em um ambiente bem iluminado, limpo e, de preferência, com um fundo neutro e sem movimentação de pessoas.

4-Tenha uma boa apresentação

Muitas vezes, por estar na própria casa, o candidato não capricha no visual. Apesar de estar em seu ambiente, é importante se apresentar como se estivesse em um processo seletivo em uma empresa. Cabelos penteados, maquiagem discreta e um traje que dê credibilidade são boas dicas.

5-Mantenha a concentração

Atitudes como conversar com outra pessoa no local onde está sendo entrevistado, atender ao telefone e navegar em outros sites durante a entrevista, são percebidas pelo recrutador e podem prejudicar bastante.


Fonte: 5 dicas para obter sucesso na entrevista por videoconferência | Portal Carreira & Sucesso 

domingo, 29 de setembro de 2013

10 fatores que atrapalham um recém-contratado

Normalmente, quem chega a uma organização traz consigo muitos planos com vista a uma boa ascensão profissional e vencer desafios, afinal, está disposto a mostrar valor à empresa que acreditou em seu potencial.

Contudo, nem sempre a realidade do talento recém-contratado corresponde ao que ele esperava, e quando isso ocorre o profissional pode ficar “chocado” diante daquela realidade corporativa que passará a fazer parte do seu dia a dia.
Confira, abaixo, alguns fatores que preocupam os recém-contratados nas corporações:

1 – Propaganda enganosa

O que foi dito da empresa no processo de seleção não corresponde à realidade que ele vivenciará na sua rotina de trabalho. Não são raros os casos em que, ávidos por realizarem uma contratação imediata, alguns selecionadores “vendem” uma imagem utópica da empresa com a finalidade de encantar um talento e atraí-lo para o quadro funcional da organização.

2 – Treinamento é supérfluo

Um funcionário chegou à empresa, então ele que “se vire para aprender sozinho”. A ausência, por exemplo, de um treinamento direcionado para que ele entenda melhor qual a importância do seu trabalho diante daquela realidade organizacional, torna-se um grande diferencial estratégico. Pessoas que compreendem o seu valor para a empresa são mais propensas a serem comprometidas com o negócio.

3 – Integração é coisa do passado

É inconcebível esperar que um recém-chegado sinta-se ambientado à organização apenas porque foi contratado. Ele precisará, mesmo que por curto espaço de tempo, apoio para se ambientar com sua nova realidade e uma ação de integração sempre será bem-vinda.

4 – Chefias autoritárias

Quando um talento ingressa na organização, pode deparar-se com um líder ríspido que só sabe delegar tarefas de forma arbitrária. No mínimo, ele se sentirá “pisando em ovos” e não terá espaço para demonstrar seu valor. Logo no começo, o profissional será podado do seu potencial de entrega.

5 – Clima organizacional pesado

O clima organizacional influencia diretamente o comportamento de qualquer profissional seja ele recém-contratado ou não. Vivenciar um ambiente de trabalho saudável impacta nos índices de absenteísmo, turnover, produtividade, entre outros fatores que são uma constante preocupação para os dirigentes organizacionais.

6 – Grupos e não equipes

O colaborador que ingressa numa organização logo identificará se aquelas pessoas que agora fazem parte do seu dia a dia formam apenas um grupo ou um time que vale à pena vestir a camisa. Na primeira alternativa ele será apenas mais um número; já na outra, o colaborador poderá dar o melhor de si e sentirá orgulho de fazer parte de uma equipe onde o somatório de cada atividade integra o todo.

7 – Infraestrutura

Um dos fatores que influencia negativamente a imagem da empresa diante daqueles que chegam à organização é a falta de infraestrutura adequada para a realização das atividades laborais. Não se pode esperar que um profissional ultrapasse as expectativas do negócio, se ao invés de equipamentos adequados, a empresa oferece apenas recursos ultrapassados.

8 – Atribuições não pertinentes

É fundamental que durante o processo de seleção, o candidato saiba quais serão as atribuições que ficarão sob sua responsabilidade. Isso porque, ao ingressar na empresa, logo no início ele pode se decepcionar com a empresa por ter recebido uma atividade que acredite não ser pertinente à sua função. Deixar esse tipo de lacuna em relação às futuras atividades do talento poderá resultar em um desligamento em curto espaço de tempo. Nesse caso, perde o profissional e a empresa.

9 – Falta de comunicação interna

Um talento que ingressa em uma organização que não possui uma comunicação interna eficaz, se sentirá como em uma ilha isolada. Ele deixará de ter um norte a seguir, não conseguirá assimilar a cultura da empresa e se tornará vulnerável aos boatos, ou seja, as informações não oficiais que circulam pelos corredores da companhia.

10 – Onde está o RH?

A área de Recursos Humanos possui um papel fundamental para garantir que o recém-chegado sinta-se respaldado em um ambiente estranho. Ao receber o novo talento, é indispensável que o RH mostre-se disposto a manter as portas abertas. Afinal, em momentos de dúvidas o recém-contratado terá um referencial seguro para se apoiar. Contudo, se o RH não está disposto a estreitar o relacionamento com o colaborador, seja ele novato ou não, mostrará que a gestão de pessoas daquela empresa só serve mesmo para enriquecer os discursos que marcam os momentos comemorativos da organização.

Autor: Nathaly Bispo 


Fonte: 10 fatores que atrapalham um recém-contratado | Portal Carreira & Sucesso 

domingo, 25 de agosto de 2013

Os 9 perfis de difícil convivência no trabalho.

O chefe mandão

O chefe mandão, a fofoqueira, o “fura-olho” e o invejoso. Estes são alguns estereótipos de profissionais que estão presentes em muitas empresas, e que nenhum de nós gostaria de conviver. Mas a verdade é que eles existem (e muito!), fazendo com que o relacionamento interpessoal seja mais um desafio em nossas carreiras.

Empresas quem têm uma comunicação transparente tendem a sustentar poucos indivíduos com comportamentos negativos. Normalmente, organizações que possuem missão, visão e valores bem definidos acabam eliminando as pessoas de difícil convivência. “É importante mencionar que estamos falando de caráter profissional. O lado pessoal pode ser totalmente diferente do que é expresso no dia a dia de trabalho”, enfatiza Maurício Seriacopi, consultor empresarial e coach. Para ele, as pessoas podem se transformar negativamente no ambiente de trabalho, seja por questão de autoridade, descontentamento ou cobiça.
Atualmente os recrutadores conseguem identificar através das dinâmicas e entrevistas por competências se o candidato tem alguma característica que possa atrapalhar o ambiente da empresa. Para Mariella Gallo, especialista em coaching, tudo isso depende da solicitação da empresa, pois esta pode exigir profissionais mais ambiciosos ou autoritários, e que podem passar por cima de determinadas situações, por exemplo.
Confira, abaixo, os 9 perfis de difícil convivência no trabalho:

O chefe holofote

Se dá tudo certo: “Eu que fiz”. Se errado: “Eles fizeram”. Não compartilha os bons resultados com a equipe, tampouco é capaz de fazer elogios. Toda ação que pode lhe render visibilidade tem seu apoio, independente se será benéfico para a equipe ou até para a organização.
Como lidar: Tente aproximar-se mais (sem se tornar um puxa-saco) e demonstre, aos poucos, que uma equipe competente é o reflexo de quem a comanda. Assim, ele será ainda mais valorizado por formar profissionais competentes.

O chefe partidário

Vive dizendo que não tem nenhum privilegiado, mas na prática, além de ter seus favoritos, faz de tudo para protegê-los e promovê-los. E mais, sempre que possível, emprega amigos e conhecidos.
Como lidar: Nem sempre mostrar-se solícito e “amiguinho” irá trazer segurança e melhor tratamento. Não abra mão de seus princípios e convicções. Procure uma nova colocação no mercado.

O chefe barriga

Finge ser descentralizador, mas na verdade empurra com a barriga e “delega” para que outros façam. Dois grandes motivos para essa atitude, ocorre por puro desinteresse e por falta de competência.
Como lidar: O melhor nesta situação é tirar proveito e absorver o máximo de conhecimento e aprendizado que lhe servirão para uma promoção interna ou enriquecimento de seu currículo em novas oportunidades.

O ladrão de ideias

É aquele que se aproxima, geralmente enaltecendo suas qualidades para gerar estímulos na criatividade e assim, se apodera das ideias.
Como lidar: Analise se os elogios são coerentes e cabíveis. Ao elaborar uma ideia, não a passe por completo e, se possível, diga que pensará e o procurará quando encontrar uma sugestão.

O telhado de vidro

Sempre tem solução para todo e qualquer problema. Faz uso da máxima “se eu fosse fulano…”, mas quando tem a autonomia, encontra justificativa para não fazer nada e a frase passa a ser “veja bem, não é tão simples assim…”.
Como lidar: Procure não dar concordância às suas ideias. Se pedir sua opinião, apenas diga algo como: “Não tinha visto por esse ângulo, vou analisar melhor…”.

O bipolar arrependido

Chega pela manhã totalmente simpático e solícito. De repente, volta do almoço como se tivesse comido um pote de pimenta com suco de limão sem açúcar. Torna-se mal humorado, agressivo e intolerante. Quando termina a crise, passa a tratar as pessoas como se nada tivesse acontecido ou que foi um pico de estresse e que não mais se repetirá.
Como lidar: Não bata de frente nos momentos críticos. Quando restabelecida a “normalidade” tente demonstrar, com muita sutileza, como foi constrangedor e desagradável passar por aquela situação. Utilize-se de metáforas e parábolas.

O psicopata corporativo

Esse é o mais ardiloso de todos. Quando em grupo, age com muita simpatia e sorriso. Pessoas que não convivem no dia a dia, ficam quase hipnotizadas e encantadas. No entanto, quando está só, tornar-se irreconhecível, com atitudes de crueldade e exploração, principalmente se for líder. Enquanto atende ao telefone chama a pessoa de “querida” e ao desligar, cospe cobras e lagartos.
Como lidar: Evite ao máximo ficar a sós. No entanto, se inevitável, documente todas suas solicitações e acordos. Seja hábil em reuniões e levante questionamentos que gerem subsídios para desmascará-lo.

O (hiena) Hardy

“Oh vida, oh céus, oh azar…” Pessimista, vive reclamando de tudo e todos. Considera-se o maior perseguido e injustiçado do mundo. Se o dia de hoje está ruim, amanhã será pior.
Como lidar: Pouco há para se fazer. Demanda de um esforço coletivo em contagiá-lo com pensamentos e atitudes positivas. Porém, se não houver mudança no comportamento, o melhor é distanciar-se.

O (síndrome de) Gabriela

“Eu nasci assim, eu cresci assim, vou ser sempre assim…” Julga-se a pessoa mais sincera e transparente. Fala o que pensa sem medir as palavras e consequências. Quando alguém tenta aconselhar-lhe para tentar mudar, responde: “Quem quiser gostar de mim, que seja desse jeito”.
Como lidar: Mesmas maneiras com o “Hardy”. Acrescenta-se uma dose extra de paciência e, quando possível, procurar pedir para que não seja impulsivo e que experimente ver as coisas por outro prisma exercitando a empatia.



Fonte: Os 9 perfis de difícil convivência no trabalho | Portal Carreira & Sucesso